terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

RPG - A História

Capítulo 19 - Fome

Após sairem da cidade fortificada, rumam para o norte, e se deparam com outra cidade fortificada, e dessa vez se aproximam com mais cautela. Porém Crow é visto enquanto investigava e quando chegam a cidade está vazia, e a comida e a água foram envenenadas.
Todos passam fome e seguem pelo deserto causticante sem ter o que comer nem beber. O primeiro a sofrer as consequências é o cavalo de Elassar, que aceita água envenenada de seu dono devido a sede inconrtolável que sente. Poucos passos depois ele samba, tropeça e cai.

Vêem no mapa que existe um rio o qual corta uma floresta a oeste de onde estão, e vêem então uma saida para o sofrimento que os atinge.

Cansados e exaustos chegam a floresta e chupam tudo que veem pela frente inclusive mangas, uvas e uma fruta estranha e comprida que solta um caldo branco. Seguem na floresta para oeste até que enfim encontram a nascente do rio, todos se esbaldam, matam a sede, nadam e reenchem seus cantis com a fresca água da nascente.

Tudo muito bom, tudo muito bem mas o dever os chama, e voltam a leste para o fim da floresta e de volta para o deserto infernal.

Capítulo 20 - A Ilusão

Logo perto, a norte depois de sairem da floresta avistam uma cidade e rumam para ela, estranhamente os guardas parecem ignorá-los e quando Elassar desfere uma flecha contra o defensor, vê que a flecha o atravessa como a um fantasma! Seguem direto para o castelo na esperança de acharem o responsável por essas imagens fantasmagóricas. Sobem as escadas do castelo, não encontram nada... ao descerem percebem que as escadas não tem fim, e percebem que estão andando em círculos.

Começam a perceber folhas úmidas no chão e logo percebem que caíram em uma ilusão, e que nunca deixaram a floresta.
Elassar percebe seu lobo sumindo em um canto da parede e então tenta seguí-lo empurrando a parede. Fernando(num lembro aquele nome escroto) então consegue achar uma passagem e se ve denovo na floresta. Todos o seguem e percebem Elassar tentando empurrar uma árvore! Percebendo, Elassar também os segue. Rumam novamente para a berada da floresta e ao chegar no deserto encontram novamente folhas húmidas. Draven Crow blasfema e num impulso de ira ateia fogo a floresta, seguindo seus passos Fernando também pega uma tocha e tenta procurar o que está causando a ilusão. Enfim, se deparam com uma estranha árvore que repentinamente salta para longe do fogo. Todos fixam o alvo e finalmente atacam. A arvore se caga de medinho dos aventureiros e foge, deixando uma nuvem de um pó amarelo para trás.

Ao sair da floresta Crow arremessa sua tocha em direção à floresta, Elassar irritado com a atitude do companheiro demoníaco desfere duas flechas contra as pernas do Assassino. A primeira flecha sagazmente arranca a perna de Crow que, ao ser atingido pela segunda flecha, morre retornando ao Reino de seus ancestrais.

Finalmente chegam a cidade de verdade. porém esta também está vazia, e todos descem a torre decepcionados até que Bärn ativa uma armadilha e os degraus somem. Apesar da queda e do montinho formado no andar de baixo todos estão bem e podem seguir viagem.

Apenas uma dúvida ainda paira no ar. Como atravessarão o deserto com apenas um pequeno cantil de água e algumas coisas pra chupar na bolsa?!

5 comentários:

Glorodrin Eluviël disse...

nossa, ignorou a morte de draven crow... vou precisar reescrever depois ehhe

Crow Draven disse...

Já editei...
mas depois do esquecimento do anão eu acho q vou voltar com a mesma ficha... hauhauhuha

Anaum disse...

esqueci mesmo...

Crow Draven disse...

é.. então eu volto com a mesma ficha nessa sexta =D

Glorodrin Eluviël disse...

crow nao morreu, fingiu-se de morto apenas