Capítulo 5 - Um novo chamado
Gomlin agradece a ajuda e diz que agora eles são de confiança, e os nomeia
"A sociedade do Anao" “Os Confiáveis”, e cada um ganha 1 de fama!!! Agora todos possuem um vínculo, um laço, atado com a fita da alma (snif).
Todos são apresentados ao príncipe élfico que pede ajuda contra os centauros em sua cidade. Todos aceitam e se comprometem a sair no dia seguinte.
O meio-orc é apresentado a anã dona da taberna por seu amigo clérigo, e é seduzido por seu charme exótico, e após loucuras entre quatro paredes, uma vida é gerada... Grottanns vai ser papai!
Enquanto isso Balder experimenta um gole do “Zóio de Tundera” e adquire visão além do alcance, após 30 segundos está caído no canto da taberna dormindo e babando...
Os aventureiros conhecem Muspel, o mago que chegou a cidade em busca de informações sobre quem estava controlando os centauros. Através deles, descobrem que esse mago é Saruman, que foi rebaixado a cinzento, e tornou-se um necromancer. Chinfronésio “pé preto” lhe entrega o pergaminho mágico e adquire sua lealdade.
Pela manhã, chega uma carruagem espalhafatosa, alguns sobem, outros dividem uma carroça alugada com Chinfronésio “tinhoso”, e Elassar Telcontar segue a pé, ofendido pela recusa do cocheiro para que se sentasse ao seu lado na carruagem.
Após um tempo encontram um Cão Yeth, e decidem que é melhor esperar o amigo meio orelhudo, quando se encontram o cão ataca. Ao derrubar a carruagem onde Elassar estava de pé, o meio-elfo prova toda sua agilidosidade meio-élfica e biba e com um carpado triplo mortal cai de pé sem um arranhão. Uma luta rápida, porém, antes de perder a cabeça para o machado de Grottanns, o cão chama seus companheiros, e começa então uma perseguição de faroeste.
Na perseguição, com o balançar das carroças o clérigo Balder cai na estrada ficando pra trás da carroça com Chinfronésio “sem sombra” e Grottanns. Sentindo os cães se aproximarem, o clérigo se borra e corre tentando alcançar a carroça. Numa tentativa inusitada de “salvar” o clérigo indefeso, Chinfronésio “no shadow” amarra uma corda a uma flecha e a dipara contra o pobre cagão que os segue. Um tiro certeiro... perfeito... e fodelístico crava a flecha contra o peito de Balder que se antes estava cagado, agora está que é só bosta e sangue. O pobre infeliz corre como pode, perdendo as forças e começa a ser arrastado pelo caminho. Num impulso de total ignorância e desespero o meio-orc puxa a corda com todas as suas forças trazendo o clérigo já quase sem vida para a carroça. Já na carroça, Balder resolve que o melhor a fazer é retirar a flecha do peito, e desmaia de dor.
Neste instante aparecem três Cães Yeth, que perseguem a carroça. Chinfronésio “sangue nos zóio” arremeça o Zóio de Tundera contra os cães e nocauteia 1, deixando outro atordoado. O terceiro avança contra a carroça.
Chinfronésio "capiroto" tenta alvejar o cão, mas a carroça passa por uma pedra fazendo com que io tiefling acerte o meio-orc, e perca o seu arco em seguida, o clérigo, todo estrupiado, cai de novo na estrada. O cão ataca a carroça, mas um auxílio da carroça da frente vem dos céus, uma flecha de Elassar atinge de maneira bruta o cão, que cai próximo ao clérigo semi-morto.
O cão que havia se embriagado com o cheiro do Zóio de Tundera se recupera e alcança a carroça de Chifronésio & Cia. Ele abocanha a carroça levando o tiefling e o meio orc ao chão.
O cão, avança e ataca a outra carruagem e então começa um joguinho de tiro ao alvo entre o meio-elfo e o príncipe élfico. O príncipe elfo ganha com maestria e nocauteia o cão e em seguida voltam para buscar o que sobrou dos outros.
O meio-orc tenta tirar a flecha cravada em suas costas e acidentalmente rompe uma artéria, iniciando um sangramento forte. E agora, com o clérigo desmaiado, quem poderá lhe defender? A base de poções, ele aguenta o quanto pode até que o clérigo recuperado possa curá-lo.
Após duas semanas de viagem, chegam a floresta, e entram por uma estrada. Elassar resolve tomar um banho de cachoeira e fica correndo nu depois com seus 2 novos companheiros, os cavalos brancos da carroça que era de Crifronésio "olho-vermelho". Eles ouvem movimentos na floresta, e em um ato de insanidade o meio-orc desfere um golpe contra uma árvore despertando a revolta de membros do grupo. Elassar, nu, corre contra Grottanns, e se pendura em suas costas blasfemando e espancando, não que estivesse surtindo algum efeito, o bárbaro.
Eles então são emboscados por um exército de Entes e após muito tempo pedindo pinico e arrego conseguem que apenas o meio-orc seja penalizado.
Aparece então uma Bruxa Verde, e inicia-se um embate franco entre os dois, após muitos arranhões e machadadas o meio-orc sagra-se vencedor e a bruxa o deixa seguindo com seu exército para o meio da floresta.
Em sua mente, o meio-elfo nu jura de morte o meio-orc então, seus dias estão contados.
Em uma noite, Elassar, Chinfronésio “o voz fina” e a druida confabulam e tramam a morte do meio-orc que dorme inquieto. A druida pensando num benefício coletivo convence o meio-elfo revoltado a deixar que o bárbaro viva por mais algumas noites.
O amigo assassino ajuda Elassar extraindo o veneno de alguns cogumelos. A druida, com sua ingenuidade, sente a necessidade de ter consigo um pouco de veneno para utilizar no futuro, ela então encontra o cogumelo mais poderoso dessa floresta e acaba se envenenando. Sem pensar muito ela procura o fabuloso clérigo que a manteve viva por algumas horas enquanto os outros pensavam em como salvar a pequena filha da natureza. Numa tentativa ousada de conter o veneno o príncipe elfo acaba piorando o veneno. A pequena druida luta bravamente contra o veneno, sendo ajudada pelo clérigo que já estava exaurindo-se, visto que a situação foi agravada graças ao príncipe élfico.
Sem pensar em pedir um antidoto a Chinfronésio "mercernário maldito", decidem então pedir auxílio à Bruxa Verde, já que seu conhecimento sobre a natureza supera o de qualquer um do grupo.
Saem em sua perseguição, e Elassar após algumas horas a encontra e pede sua ajuda. Ela então chega onde está a moribunda e no último minuto salva sua vida. O veneno deixou sua marca eterna na pequena druida, que agora tem um braço roxo.
Elassar prepara suas armas com veneno e na mesma noite segue em direção ao meio-orc adormecido. Pretórius, que estava alerta, ouviu a aproximação e tenta dissuadir o ranger da idéia de matar o bárbaro, mas acaba aconselhando-o a enfiar a espada no rabo do meio -orc infeliz ao invés da boca.
E assim é feito, em meio à agonia, veneno, sangue e bosta o meio-orc é brutalmente atacado e humilhado, recebendo golpes no ânus e na cabeça, deferidos por Elassar, e apesar da tentativa do bondoso clérigo para conter seus ferimentos, ele perece!!!
Capítulo 6 - A Senhora da Floresta
Chegam a Alanath e são recebidos pelo elfo Dido, o servente, que anuncia que a Senhora da Floresta os espera.
Chegam a uma clareira, onde se encontra uma elfa, tão bela que encanta a todos com sua resplandecência quase divina.
Ouvem ela dizer “Antes o fim, sentirão o peso da traição agir sobre o grupo, assim foi escrito e assim será”.
Ela abre os olhos, os saúda e se apresenta, é Lantaniel, a senhora da floresta de Alanath, que com seu poder impede que criaturas das trevas entrem seus domínios.
Enquanto se conhecem, guardas elfos trazem um meio-orc preso, e anunciam que o encontraram vagando sozinho pela floresta.
Lantaniel lê sua mente e diz que ele não é um ser ruim, que entende seu sofrimento e que ele é bem vindo em suas terras pois seus objetivos se cruzam.
O meio-orc é então incorporado ao grupo com a promessa de que respeitará a natureza.
O grupo aceita então a missão, com a promessa de receber como recompensa algo grandioso, que nenhum dinheiro pode comprar.
Conhecem também Bowniel, o elfo de tanquinho, o mais sexy elfo de toda Alanath, especialista em arcos. E o elfo Didão, irmão do elfo Dido, servente aloprado da Senhora da Floresta.
Preparam-se para a partida, em busca dos centauros e de Saruman, o mão cinzenta.
Continua...