domingo, 7 de dezembro de 2008

RPG - A História

Capítulo 5 - Um novo chamado

Gomlin agradece a ajuda e diz que agora eles são de confiança, e os nomeia "A sociedade do Anao" “Os Confiáveis”, e cada um ganha 1 de fama!!! Agora todos possuem um vínculo, um laço, atado com a fita da alma (snif).

Todos são apresentados ao príncipe élfico que pede ajuda contra os centauros em sua cidade. Todos aceitam e se comprometem a sair no dia seguinte.

O meio-orc é apresentado a anã dona da taberna por seu amigo clérigo, e é seduzido por seu charme exótico, e após loucuras entre quatro paredes, uma vida é gerada... Grottanns vai ser papai!
Enquanto isso Balder experimenta um gole do “Zóio de Tundera” e adquire visão além do alcance, após 30 segundos está caído no canto da taberna dormindo e babando...

Os aventureiros conhecem Muspel, o mago que chegou a cidade em busca de informações sobre quem estava controlando os centauros. Através deles, descobrem que esse mago é Saruman, que foi rebaixado a cinzento, e tornou-se um necromancer. Chinfronésio “pé preto” lhe entrega o pergaminho mágico e adquire sua lealdade.

Pela manhã, chega uma carruagem espalhafatosa, alguns sobem, outros dividem uma carroça alugada com Chinfronésio “tinhoso”, e Elassar Telcontar segue a pé, ofendido pela recusa do cocheiro para que se sentasse ao seu lado na carruagem.

Após um tempo encontram um Cão Yeth, e decidem que é melhor esperar o amigo meio orelhudo, quando se encontram o cão ataca. Ao derrubar a carruagem onde Elassar estava de pé, o meio-elfo prova toda sua agilidosidade meio-élfica e biba e com um carpado triplo mortal cai de pé sem um arranhão. Uma luta rápida, porém, antes de perder a cabeça para o machado de Grottanns, o cão chama seus companheiros, e começa então uma perseguição de faroeste.
Na perseguição, com o balançar das carroças o clérigo Balder cai na estrada ficando pra trás da carroça com Chinfronésio “sem sombra” e Grottanns. Sentindo os cães se aproximarem, o clérigo se borra e corre tentando alcançar a carroça. Numa tentativa inusitada de “salvar” o clérigo indefeso, Chinfronésio “no shadow” amarra uma corda a uma flecha e a dipara contra o pobre cagão que os segue. Um tiro certeiro... perfeito... e fodelístico crava a flecha contra o peito de Balder que se antes estava cagado, agora está que é só bosta e sangue. O pobre infeliz corre como pode, perdendo as forças e começa a ser arrastado pelo caminho. Num impulso de total ignorância e desespero o meio-orc puxa a corda com todas as suas forças trazendo o clérigo já quase sem vida para a carroça. Já na carroça, Balder resolve que o melhor a fazer é retirar a flecha do peito, e desmaia de dor.

Neste instante aparecem três Cães Yeth, que perseguem a carroça. Chinfronésio “sangue nos zóio” arremeça o Zóio de Tundera contra os cães e nocauteia 1, deixando outro atordoado. O terceiro avança contra a carroça.
Chinfronésio "capiroto" tenta alvejar o cão, mas a carroça passa por uma pedra fazendo com que io tiefling acerte o meio-orc, e perca o seu arco em seguida, o clérigo, todo estrupiado, cai de novo na estrada. O cão ataca a carroça, mas um auxílio da carroça da frente vem dos céus, uma flecha de Elassar atinge de maneira bruta o cão, que cai próximo ao clérigo semi-morto.
O cão que havia se embriagado com o cheiro do Zóio de Tundera se recupera e alcança a carroça de Chifronésio & Cia. Ele abocanha a carroça levando o tiefling e o meio orc ao chão.

O cão, avança e ataca a outra carruagem e então começa um joguinho de tiro ao alvo entre o meio-elfo e o príncipe élfico. O príncipe elfo ganha com maestria e nocauteia o cão e em seguida voltam para buscar o que sobrou dos outros.

O meio-orc tenta tirar a flecha cravada em suas costas e acidentalmente rompe uma artéria, iniciando um sangramento forte. E agora, com o clérigo desmaiado, quem poderá lhe defender? A base de poções, ele aguenta o quanto pode até que o clérigo recuperado possa curá-lo.

Após duas semanas de viagem, chegam a floresta, e entram por uma estrada. Elassar resolve tomar um banho de cachoeira e fica correndo nu depois com seus 2 novos companheiros, os cavalos brancos da carroça que era de Crifronésio "olho-vermelho". Eles ouvem movimentos na floresta, e em um ato de insanidade o meio-orc desfere um golpe contra uma árvore despertando a revolta de membros do grupo. Elassar, nu, corre contra Grottanns, e se pendura em suas costas blasfemando e espancando, não que estivesse surtindo algum efeito, o bárbaro.
Eles então são emboscados por um exército de Entes e após muito tempo pedindo pinico e arrego conseguem que apenas o meio-orc seja penalizado.
Aparece então uma Bruxa Verde, e inicia-se um embate franco entre os dois, após muitos arranhões e machadadas o meio-orc sagra-se vencedor e a bruxa o deixa seguindo com seu exército para o meio da floresta.
Em sua mente, o meio-elfo nu jura de morte o meio-orc então, seus dias estão contados.

Em uma noite, Elassar, Chinfronésio “o voz fina” e a druida confabulam e tramam a morte do meio-orc que dorme inquieto. A druida pensando num benefício coletivo convence o meio-elfo revoltado a deixar que o bárbaro viva por mais algumas noites.

O amigo assassino ajuda Elassar extraindo o veneno de alguns cogumelos. A druida, com sua ingenuidade, sente a necessidade de ter consigo um pouco de veneno para utilizar no futuro, ela então encontra o cogumelo mais poderoso dessa floresta e acaba se envenenando. Sem pensar muito ela procura o fabuloso clérigo que a manteve viva por algumas horas enquanto os outros pensavam em como salvar a pequena filha da natureza. Numa tentativa ousada de conter o veneno o príncipe elfo acaba piorando o veneno. A pequena druida luta bravamente contra o veneno, sendo ajudada pelo clérigo que já estava exaurindo-se, visto que a situação foi agravada graças ao príncipe élfico.

Sem pensar em pedir um antidoto a Chinfronésio "mercernário maldito", decidem então pedir auxílio à Bruxa Verde, já que seu conhecimento sobre a natureza supera o de qualquer um do grupo.
Saem em sua perseguição, e Elassar após algumas horas a encontra e pede sua ajuda. Ela então chega onde está a moribunda e no último minuto salva sua vida. O veneno deixou sua marca eterna na pequena druida, que agora tem um braço roxo.

Elassar prepara suas armas com veneno e na mesma noite segue em direção ao meio-orc adormecido. Pretórius, que estava alerta, ouviu a aproximação e tenta dissuadir o ranger da idéia de matar o bárbaro, mas acaba aconselhando-o a enfiar a espada no rabo do meio -orc infeliz ao invés da boca.
E assim é feito, em meio à agonia, veneno, sangue e bosta o meio-orc é brutalmente atacado e humilhado, recebendo golpes no ânus e na cabeça, deferidos por Elassar, e apesar da tentativa do bondoso clérigo para conter seus ferimentos, ele perece!!!

Capítulo 6 - A Senhora da Floresta

Chegam a Alanath e são recebidos pelo elfo Dido, o servente, que anuncia que a Senhora da Floresta os espera.
Chegam a uma clareira, onde se encontra uma elfa, tão bela que encanta a todos com sua resplandecência quase divina.
Ouvem ela dizer “Antes o fim, sentirão o peso da traição agir sobre o grupo, assim foi escrito e assim será”.

Ela abre os olhos, os saúda e se apresenta, é Lantaniel, a senhora da floresta de Alanath, que com seu poder impede que criaturas das trevas entrem seus domínios.
Enquanto se conhecem, guardas elfos trazem um meio-orc preso, e anunciam que o encontraram vagando sozinho pela floresta.
Lantaniel lê sua mente e diz que ele não é um ser ruim, que entende seu sofrimento e que ele é bem vindo em suas terras pois seus objetivos se cruzam.
O meio-orc é então incorporado ao grupo com a promessa de que respeitará a natureza.

O grupo aceita então a missão, com a promessa de receber como recompensa algo grandioso, que nenhum dinheiro pode comprar.

Conhecem também Bowniel, o elfo de tanquinho, o mais sexy elfo de toda Alanath, especialista em arcos. E o elfo Didão, irmão do elfo Dido, servente aloprado da Senhora da Floresta.

Preparam-se para a partida, em busca dos centauros e de Saruman, o mão cinzenta.

Continua...

7 comentários:

Glorodrin Eluviël disse...

fiz algumas alterações de partes engraçadas e distorcidas, se alguem achar q está errado, edita tb XD

Anaum disse...

ta baum... concordo com as alterações...

Crow Draven disse...

alguns fatos estavam errados então eu ajustei e corrigi uns errinhos de partes de partes que apareciam duplicadas igual esse pedaço esse pedaço de texto aki...
Ah... como ficou faltando falar da Sociedade do Anao, eu inclui ela no texto de maneira discreta... hehehe....
=D

Anaum disse...

hauehauehu... mot bom exemplo...

Glorodrin Eluviël disse...

Só um detalhe né, ninguém nunca pediu antídoto porque você nunca disse que tinha ehahea nem disse que tinha veneno pronto, por isso pedi pra fazer também =P

Crow Draven disse...

Meu personagem não vai sair oferecendo nada... se vcs quiserem alguma coisa tem q perguntar... ah.. o clérigo sabia q eu tinha veneno e antídoto ele estava na lojinha comigo qdo eu comprei... acredito q o senhor ranger também estava... maaaaaaas...
qdo Elassar estava arquitetando a morte do meio-orc... o Tinhoso estava "brincando" propositalmente com um potinho de veneno e oferecendo seus serviços... porém o Ranger ignorou a sua oferta de ajuda... depois quando a Druida convenceu o Ranger a não matar o meio-orc naquela noite, o ranger aceitou a ajuda do assassino, pedindo a ele q fizesse um veneno... antes tivesse pedido do meu...
o pessoal fala 13 linguas diferentes mas num se comunica! huahauhauhau...

Glorodrin Eluviël disse...

eu nao estava, mas tinha gente sim junto hehe
enfim, eh a vida... memoria fraca e falta de comunicaçao... nada como um bom tempero de ignorancia pra deixar o jogo emocionante XD